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Autor do logo das Oblatas acredita na força das mídias alternativas

O jornalista Gilberto Maringoni, autor do logo do Instituto Oblatas, participou no dia 16 de dezembro do seminário preparatório ao I Encontro Paulista pela Democratização da Comunicação e da Cultura.

O evento foi organizado e contou com a participação de inúmeras entidades, entre elas a ABRAÇO (associação brasileira de radiodifusão comunitária), CMI (centro de mídia independente), Intervozes, Revista Fórum, Revista Caros Amigos.
 
Durante a abertura, Gilberto Maringoni, (na foto, sentado ao lado de Altamiro Borges,de pé, e Ricardo Gebrim, mediados por Diogo Moysés, Intervozes) falou sobre a atual conjuntura política e o papel da comunicação nesse contexto. Segundo alguns dos presentes, a comunicação dos movimentos sociais não deve ser apenas combativa, mas precisa ganhar espaço também pela qualidade das matérias de informação e formação que produz, ajudando na composição de um público cada vez mais consciente e crítico.
 
Altamiro Borges citou a fragmentação dos movimentos sociais e como isso interferiu nos processos de comunicação. Segundo ele, é urgente uma ação integrada que reúna as forças de cada um. Para Gilberto Maringoni, uma ação integrada ajudaria, entre outras coisas, a questionar que critérios são utilizados na distribuição das verbas públicas de publicidade, que continuam, para ele, sendo concentradas em poucas mídias, agravando assim o problema de caixa de veículos alternativos.
 
O jornalista Magingoni também é cartunista e já criou as imagens de inúmeros movimentos sociais. Doutor em História Social pela USP, atualmente é o editor de política da agência Carta Maior.O logo das Oblatas foi criado por ocasião da festa dos 70 anos, em 2005. Você lê abaixo, uma breve entrevista concedida por ele à comunicadora das Oblatas Corina de Assis, onde Maringoni reflete um pouco sobre a importância das mídias alternativas numa informação também preocupada com a formação.
 
1) Na sua opinião, qual o papel da comunicação na correta divulgação das mensagens relacionadas aos movimentos sociais?
- Eu acho que nós precisamos criar e fortalecer meios de comunicação alternativos. Só assim poderemos ter uma divulgação e um intercâmbio não preconceituoso em relação aos movimentos sociais. Não existe um papel "correto" no geral. Existem pontos de vista de uma ou outra classe social, que atendem a determinados interesses. A visão da grande imprensa, por exemplo, traz o ponto de vista de quem está em outra posição na sociedade. Do ponto de vista das classes dominantes, esta é a visão "correta". Este mesmo ponto de vista seria "incorreto" para o próprio movimento social.
 
2) Os movimentos sociais, de uma certa forma, se pautam muito em cima do que a mídia formal espera...o que você acha disso?
- Me parece que os movimentos se pautam mais por conta de suas necessidades imediatas. É inevitável que a mídia, e em especial a televisão, acabe ditando pautas e padrões de comportamento para largas parcelas da população. Este é o papel dela. Daí a necessidade cada vez maior de uma imprensa alternativa e popular.
 
3) Qual a chance de mídias alternativas, divulgando atividades alternativas e pró-social, atingir o grande público?
- Acho que nós precisamos ter condições materiais para isso. Mas não basta. É preciso melhorar muito o jornalismo que fazemos. Precisamos de um jornalismo menos editorializado, que não ouça apenas um lado e que busque apresentar informações confiáveis e claras para o leitor. Se ficarmos repetindo chavões, falaremos sempre para quem já está na luta.
 
4) O que esperar da democratização da comunicação.
- Se não democratizarmos a comunicação, quebrando monopólios midiáticos, não teremos democracia no Brasil. Não podemos esperar. Temos de ir à luta.
 

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