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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Exploração de brasileiras na Holanda preocupa Itamaraty

“Nós temos um número considerável de mulheres na comunidade brasileira na Holanda. Cerca de 64% da comunidade brasileira na Holanda é composta de mulheres. Muitas destas mulheres sofrem violência familiar”.

O governo brasileiro organizou uma missão reunindo representantes do Ministério das Relações Exteriores, da Secretaria de Políticas para as Mulheres e da Secretaria Nacional de Justiça para encontros com a comunidade brasileira na Suíça, Espanha e Holanda para tratar do problema do tráfico de mulheres brasileiras.

Estes três países foram escolhidos por serem destinos conhecidos de brasileiras para o trabalho em setores em que estão submetidas a alguma forma de violência.

“Nós temos um número considerável de mulheres na comunidade brasileira na Holanda. Cerca de 64% da comunidade brasileira na Holanda é composta de mulheres. Muitas destas mulheres sofrem violência familiar”, comenta o cônsul-geral do Brasil na Holanda, Manoel Gomes Pereira, que já encontrou pessoalmente brasileiras nesta situação. “O consulado recebe muitas vezes queixas sobre isso. Eu mesmo já entrevistei duas mulheres suspeitas de serem vítimas de tráfico de pessoas para cá.”

Estatísticas

Segundo a responsável pela divisão de assistência consular do Itamaraty, Luíza Lopes da Silva, a existência de uma rede de tráfico de brasileiras para a Holanda já é conhecida das autoridades dos dois países.

“Nós sabemos que há uma rede de tráfico de brasileiras para a Holanda, mas conhecemos só a ponta do iceberg”, diz Silva. “Nós sabemos por estatística, sabemos por relatórios dos órgãos brasileiros, dos órgãos europeus, da ONU e da IOM, mas é claro que quando nós chegamos aqui nós não enxergamos, é invisível.”

Segundo Silva, do pouco que se sabe até agora, não parece haver grandes redes criminosas atuando no tráfico de mulheres. “O que parece acontecer são aliciadores pequenos, caso a caso, muitas vezes pessoas da família, que trazem as brasileiras pra cá para que elas trabalhem em alguma atividade que é bastante arriscada”, explica, lembrando que as brasileiras normalmente sabem apenas uma parte do que as espera. “Elas não sabem quais vão ser as condições de trabalho; não sabem quanto tempo vão levar para pagar a dívida do bilhete aéreo e dos custos com os primeiros tempos; não sabem como vão ser tratadas.”

Desestruturação

A psicóloga brasileira radicada na Holanda, Dâmaris Pires de Oliveira, que desenvolve trabalhos de aconselhamento psicológico a brasileiros imigrantes em Amsterdã, destaca que a desestruturação que sofre a mulher migrante é muito grande e diz que o assunto deveria ser mais presente no dia-dia- da comunidade brasileira.

“Isso é uma coisa que é subliminar. As pessoas precisam ultrapassar as barreiras da imigração primeiro, pra depois fazerem a denúncia”, salienta a psicóloga. “As mulheres que estão envolvidas em relacionamentos afetivos não têm a dimensão da violência que vivem. Estes projetos de apoio têm que ser divulgados das formas mais amplas possíveis, para todos os tipos de imigrantes, mulheres legais e ilegais, porque isso atinge a todas as camadas. Este tipo de violência não difere em nenhum nível. Enquanto imigrantes, todas nós estamos passíveis de sofrer algum tipo de violência ou exploração.”

Missão

O objetivo da missão brasileira é ampliar o contato com as comunidades e preparar os agentes consulares para atender as vítimas.

“Existe o problema. Nosso trabalho agora é levantar as soluções para este problema, como evitar. Também temos que fazer nosso dever de casa e lembrar que nós temos que prevenir que as brasileiras possam cair neste tipo de jogo do tráfico ou da violência; lembrar que elas podem viajar – o Brasil é um país democrático, não impede que os brasileiros viagem -, mas quer que elas viagem sabendo a que riscos estão expostas e portanto não caiam nesta conversa que leva à violência ou ao tráfico”, conclui o cônsul Manoel Gomes Pereira.

Serviço

Contatos para quem precisa de ajuda e para denúncias:
Consulado Geral do Brasil Roterdã – 010 2062211 (emergências e plantão: 06 5155 4836)
info@consbras.nl

Casa Brasil-Holanda, Projeto Joana: 06 19 19 28 98 - info@casabrasilholanda.nl  
Comunidade Cristã de Amsterdã: 020- 6162638

Fonte: RNW

27/07/2010

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