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quarta-feira, 18 de março de 2015

Integrantes da Pastoral de BH participam de Ciclo de Debates na Assembleia Legislativa

O evento foi alusivo ao Dia Internacional da Mulher.

As integrantes da Pastoral da Mulher de Belo Horizonte – Unidade Oblata em Minas Gerais, Isabel Brandão e Ir. Ivoni Grando marcaram presença no “Ciclo de Debates Reforma Política, Igualdade de Gênero e Participação: O que querem as Mulheres de Minas”, evento realizado no dia 13/03, na Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), comemorativo ao 08 de Março - Dia Internacional da Mulher.

Representando a Plataforma dos Movimentos Sociais, Maria Amélia Souza Mendes, defendeu o fim do financiamento privado das campanhas eleitorais que, em sua opinião, reforça um sistema excludente e dominado pelos homens. Segundo Amélia, entidades como o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), sindicatos e outros 100 movimentos organizados da sociedade civil se uniram para elaborar um projeto de coalizão para a reforma política, de modo a favorecer a igualdade de gênero e a participação das mulheres na política. Ela destacou ainda o trabalho de divulgação e coleta de assinaturas para a apresentação de um projeto de lei de iniciativa popular ao Congresso Nacional até o final deste mês.

As principais propostas desse projeto são: eleições proporcionais em dois turnos; lista pré-ordenada (paritária), que consiste na obrigatoriedade de alternância de sexos; financiamento democrático das campanhas; e nova regulamentação dos mecanismos de exercício da democracia direta (plebiscito, referendo e projeto de iniciativa popular).

Finalizando o ciclo de debates, Benilda Regina Brito, Coordenadora do N’Zinga –  Coletivo de Mulheres Negras – e assessora da ONU Mulher, deu destaque a luta das mulheres negras, sendo bastante aplaudida ao ler um trecho do discurso de Sojourner Truth – famosa oradora e defensora dos Direitos da Mulheres, proferido na Women’s Rights Convention em Akron, Ohio, Estados Unidos, em 1851:

“Aqueles homens ali dizem que as mulheres precisam de ajuda para subir em carruagens, e devem ser carregadas para atravessar valas, e que merecem o melhor lugar onde quer que estejam. Ninguém jamais me ajudou a subir em carruagens, ou a saltar sobre poças de lama, e nunca me ofereceram melhor lugar algum! E não sou uma mulher? Olhem para mim? Olhem para meus braços! Eu arei e plantei, e juntei a colheita nos celeiros, e homem algum poderia estar à minha frente. E não sou uma mulher? Eu poderia trabalhar tanto e comer tanto quanto qualquer homem – desde que eu tivesse oportunidade para isso – e suportar o açoite também! E não sou uma mulher? Eu pari 13 treze filhos e vi a maioria deles ser vendidos para a escravidão, e quando eu clamei com a minha dor de mãe, ninguém a não ser Jesus me ouviu! E não sou uma mulher?

Daí aquele homenzinho de preto ali disse que a mulher não pode ter os mesmos direitos que o homem porque Cristo não era mulher! De onde o seu Cristo veio? De onde o seu Cristo veio? De Deus e de uma mulher! O homem não teve nada a ver com isso.

Se a primeira mulher que Deus fez foi forte o bastante para virar o mundo de cabeça para baixo por sua própria conta, todas estas mulheres juntas aqui devem ser capazes de consertá-lo, colocando-o do jeito certo novamente. E agora que elas estão exigindo fazer isso, é melhor que os homens as deixem fazer o que elas querem.”


Fonte: Pastoral da Mulher de Belo Horizonte

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